O PROTOCOLO DE QUIOTO E O GOVERNO PORTUGUÊS
Na sua edição de 22 de Março de 2007, num artigo de Alexandra Rosa, Luis Ribeiro e Sara Sá, a Revista Visão noticia que a Austrália proibiu, no passado mês de Fevereiro, a iluminação com lâmpadas incandescentes, sendo estas substituidas por lâmpadas fluorescentes compactas (LFC). Espera assim, emitir menos 800 mil toneladas de CO2. E Portugal? As lâmpadas incandescentes por aí andam alegremente contaminando o ambiente, sem que o Governo proiba o seu fabrico, a sua importação e a sua comercialização. Ao invés, parece, segundo me disse o dono da casa onde costumo comprar lâmpadas e outros produtos eléctricos, o Governo português prepara-se para aumentar o preço das lâmpadas incandescentes, com a alegação de que é para proteger o Meio Ambiente e cumprir o Protocolo de Quioto. A ser verdade que há de mais hipócrita? Isto apenas servirá para aumentar as receitas do IVA. O correcto seria banir as lâmpadas incandescentes e promover a venda das lâmpadas fluorescentes compactas baixando o preço, pois a procura será obrigatoriamente maior. Podemos todos encher os endereços electrónicos do primeiro-Ministro e do Ministro do Ambiente, com mensagens neste sentido.
acs
2 comentários:
Não são só as fluorescentes, mas também as de poupança de energia que contribuem para o ambiente , directa e indirectamente. Há que usar muito as de poupança de energia pois também ajudam a bolsa de cada um dos portugueses, no que respeita ao consumo.
Pudesse este blog ter actualizações mais frequentes.
Com certeza não sou o único a desejá-lo.
Fico a aguardar as próximas intervenções.
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